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domingo, 12 de setembro de 2010

Mesmo após repressão, brasileiros seguem se prostituindo na Espanha

Uma semana depois de uma grande ação da polícia espanhola contra a prostituição masculina, homens e mulheres de nacionalidade brasileira continuam se vendendo na capital, Madri.

A maioria já não é vista nas ruas, mas eles continuam atendendo aos anúncios publicados nos jornais e na internet. Muitos dizem trabalhar independentemente, ou seja, sem a intermediação de um cafetão.
Diferentemente da situação dos homens, que afirmam ganhar até 10 mil euros (quase R$ 22 mil) numa noite, como mostrou o G1, as mulheres que se prostituem ganham bem menos.
A reportagem ligou para mais de dez brasileiras, mas só uma aceitou falar. Ela é do Tocantins, diz estar na Espanha há menos de um ano, mas em três meses espera voltar a sua terra natal.
“Conseguimos em média 16 euros (R$ 35) por hora, não compensa levar uma vida assim. Vou voltar porque aqui não tenho permissão para trabalhar e não posso buscar um emprego”, conta.
Poucas prostitutas procuram ajuda ou denunciam seus malfeitores. Em 2010, 52 brasileiras procuraram o “Proyecto Esperanza”, uma ONG que ajuda mulheres que sofrem algum tipo de abuso. Eles já ajudaram vítimas de 22 nacionalidades, e menos de 1% do total chegam a ter uma indenização. As brasileiras eram 9% das vítimas.

Segundo a ONG, a maioria das brasileiras que conseguem o visto, trabalham com serviços domésticos ou em hotelaria.Mais Informações

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