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terça-feira, 23 de março de 2010

CASO ISABELLA NARDONI, DE QUEM É A CULPA?

Um caso como estes da pequena Isabela desperta em muita gente o desejo de ter poderes espirituais ou mesmo sobrenaturais de estar no local, no momento exato em que tudo aconteceu, para não correr o risco de ser injusto com nenhuma das partes.
De um lado um pai com perfil de violento, que raramente tinha contato com a filha e uma madrasta ciumenta que tinha que aturar a visita da enteada. Fato comum na vida de muitos casais separados.
Do outro uma mãe que foi traída pelo marido com a atual esposa dele e que teve que criar uma filha à partir dos 11 meses praticamente sozinha. Uma mágoa difícil de curar.
Passados cheios de erros de mágoas e falta de perdão que agora recebem suas punições na medida em que parece exata para cada um, se levada em consideração o conceito espiritual que é preciso passar por aflições para evoluir .
Olhemos a vida numa perspectiva mais ampla e obteremos respostas para todas essas dúvidas.

As partes em questão um conselho:
"Que todos aqueles que são atingidos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida, interroguem friamente sua consciência; que remontem progressivamente à fonte dos males que os afligem, e verão se, o mais freqüentemente, não podem dizer: Se eu tivesse, ou não tivesse, feito tal coisa eu não estaria em tal situação".
A dor não é castigo: é contingência inerente à vida, cuja atuação visa a restauração e o progresso.
A dor-expiação é cármica, de restauração, é libertação de carga que nos entrava a caminhada; é reajuste perante a vida, reposição da alma no roteiro certo. Passageira, nunca perene.
"Saibamos sofrer e sofreremos menos". Eis o dístico que devemos nos lembrar em todos os estados depressivos de nossa alma, a fim de nos fortalecermos para o futuro.
Respostas para situações como esta na sua mais misteriosa essência, só Deus saberia julgar .

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