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terça-feira, 2 de novembro de 2010


1 - Tomar banho na caixa D'água.
2 - Colocar bombril na antena da televisão.
3 - Consertar tira de chinelo havaiana com prego.
4 - Conectar a Internet exatamente a 00:01 por ser mais barato.
5 - Correr a casa inteira com chinelo na mão, atrás de barata
6 - Aproveitar garrafa plástica de refrigerante para guardar água na geladeira.
7 - Secar tênis atrás da geladeira.
8 - Amarrar o cachorro com fio de luz
9 - Colocar garrafa de água em cima do relógio da luz.
10 - Ir para o trabalho de bicicleta e dizer que é só para manter a forma
11- Ir ao restaurante e, antes de pedir a comida, perguntar se aceita ticket
12- Entrar na loja de R$ 1,99 e querer achar um presente legal
13- Esquentar a água na panela para tomar banho quente
14- Tirar cera do ouvido com a chave do carro ou com a tampa da caneta
15-Passar o cabelo no ferro porque não tem chapinha
16- Passar fio dental e depois cheirar para ver se o dente está podre
17- Tirar cera do ouvido com a chave do carro ou com a tampa da caneta
18- Convidar os amigos para o churrasco de seu aniversário e mandar cada um trazer uma coisa (carvão, espeto, etc.)
19- Passar cuspe no cotovelo ressecado, para amaciar
20- Jogar algodão na árvore de natal, para dar efeito de neve
21- Copiar modelo da vitrine para depois fazer em casa
22- Usar pregador de roupa para fechar sacos de arroz, açúcar, etc.
23- Correr a casa inteira com chinelo na mão, atrás de barata
24- Comprar carro novo e não"tirar o plástico só para dizer que é novo
25- Lamber ponta de borracha para apagar o erro
26- Fazer jogo de futebol, com os times "camisa" e "sem camisa
27- Correr atrás do guarda-sol na praia, gritando: "pega, pega"
28- Colocar garrafa de água em cima do relógio da luz.
29- Comprar com prazo de 365 dias e em 80 prestações.
30- Entrar de loja em loja, perguntando os preços e dizer para o vendedor: "só estou dando uma olhadinha, volto mais tarde"

Todo poder é efêmero, mas quem passa por ele pensa tê-lo para sempre

Comentário de Raul Rodrigues (Correio do Povo) sobre a Edição da Revista Veja


É comum as pessoas ao galgarem o poder, seja ele do mais simples degrau ao mais alto dentro da conjuntura de um país, dizerem-se imunes ao apego ao exercê-lo. Mentira!
O poder cobra de quem o assume responsabilidades intrínsecas que não estão moldadas à personalidade de ninguém. Logo, ao seguir regras, rituais ou cerimoniais que detém o domínio mesmo que temporariamente terá que a ele se moldar, e fazer do poder o seu modelo!
Depois as características do centro do poder são envolventes demais. São afagos, carinhos e mimos nunca recebidos por quem está sentado na cadeira marrom(normalmente) e com a chegada de pedidos e apelos, a autoridade reveste o simples cidadão de coisas que antes nem sequer ele imaginara ter tamanho poder de decisão , todavia naquele momento o cetro está na sua mão e não na de mais ninguém.
E cabe a ele, usando dos requisitos que o problema exija, dar a palavra final.  
O poder é altamente desgastante. De mil pedidos que chegam, todos eles cheios de esperanças de quem os faz, e pelo desconhecimento das regras e preceitos do cargo, sempre pensando na resposta positiva, apenas na maioria das vezes alguns serão atendidos. Fato nunca compreendido por quem os faz!
O tempo torna-se um aliado muito forte do uso do poder. Os meses passam, os anos se completam e o antes homem comum vai se adequando ao movimento de vai e vem de pessoas, problemas e soluções, sempre dependentes dele! Não há como não se acostumar!
Em alguns casos, muito principalmente na política, as verbas de gabinete – caixa preta – verba de representação –, deixam a quem antes pagava as suas contas após conferi-las na ponta do lápis, lépido e fagueiro a sob seu comando mandar pagá-las e durante esse período sem ao menos as conferir. É o trato mais comum. 
Viajar de carro ou avião, com seguranças e oficiais responsáveis por funções diferentes, relações pública, oficial para pagamentos, dentre tantas outras vantagens aliadas às recepções nababescas, abraços e apertos de mãos das mais altas autoridades de municípios, estados ou países não são fáceis de serem esquecidas! Somos pobres mortais!
Os acenos de multidões, os discursos de agradecimentos, as gentilezas das pessoas mais bonitas dos pontos visitados são inesquecíveis.
O cargo retira da autoridade, os problemas mais corriqueiros da antes vida familiar, quando apenas a ele era cobrada a decisão para substituí-los por problemas incomensuravelmente maiores, porém divididos com especialistas que servem ao poder só para isto! Acertos geram aplausos ao prefeito, ao governador ou ao presidente. Erros são sempre endereçados ao diretor, ao secretário ou ao ministro.
A autoridade e o cargo cobra do simples ser humano mortal o perfeccionismo, mesmo quando este não existe dentro mensurável mundo terreno.
A autoridade de sucesso atinge índices de popularidade que nem mesmo a literatura pode lhe garantir alcançar. Não existe fórmula, não é exata esta ciência!
E quando todo este garbo passa para outras mãos, não se trata apenas da perda daquele ostentoso cargo, porém o desafio também de vê-lo dedicado a outrem, seja o seu escolhido ou não.
Portanto, seria para um ser humano especial perder tudo isso sem o sentimento da continuidade dessas “pequenas lembranças”, e, por enquanto, entre nós só temos seres humanos normais. A maioria até mesmo soberba!
E mesmo que o tivéssemos, algumas pessoas ligadas ao cargo vivido por outrem ainda insistem em chamá-lo de prefeito, governador ou até mesmo presidente, deixando-o ainda muito mais presente do já fora um dia.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

PROGRAMAÇÃO CINE TEATRO CARAJÁS MÊS DE NOVEMBRO 2010


Sinopse : Um grupo de mercenários – composto por Barney Ross (Sylvester Stallone), Lee Christmas (Jason Statham), Yin Yang (Jet Li), Hale Caesar (Terry Crews), Toll Road (Randy Couture) e Gunnar Jensen (Dolph Lundgren) – é enviado para um país da América do Sul para derrubar um ditador. Logo após o começo da missão, o grupo descobre que a missão não é tão simples quanto parecia e, de repente, está no meio de uma perigosa conexão.
Elenco: Sylvester Stallone, Jason Statham, Jet Li, Dolph Lundgren, Eric Roberts, Randy Couture, Steve Austin, Mickey Rourke, Arnold Schwarzenegger, Giselle Itié.
Gênero:  Ação           Censura:  16 anos – Legendado                  Duração: 101 minutos
Horário e preço dos ingressos:
Terça e quarta-feira às 20 horas – Preço promocional – R$ 4,00
Quinta, Sexta e Sábado às 20 horas – R$10,00 (inteira) , R$5,00 (meia) 
Domingo: 17:00 e 20:00 horas – R$10,00 (inteira), R$5,00 (meia)
IMPORTANTE: obedecendo ao Estatuto da Criança e do Adolescente, cabe aos pais, ou responsáveis, autorizar o acesso de suas crianças e/ou adolescente à diversão ou espetáculo cuja classificação indicativa seja superior à faixa etária deste, porém Inferior a 18 (dezoito) anos, desde que acompanhadas por eles ou terceiros expressamente autorizados.

400 contra 1 – 09 a 14/11

  
Meu malvado favorito – 16 a 21/11

De 23 a 28 de novembro o Cineteatro Carajás estará promovendo a Semana Cultural, uma semana recheada de cultura, música, arte, cinema e teatro

Fonte: Zedudu 

Número de abstenções no Pará foi o maior do Brasil


Nos estados onde aconteceu segundo turno para Governador, o Pará foi o que apresentou o maior número de abstenções de voto. Ao todo, 1.275.991 eleitores paraenses deixaram de ir às urnas neste domingo (31). Isso representou 26,79% do total de eleitores do Pará.


No estado de Alagoas o número de eleitores que se abstiveram do voto também foi alto, com cerca de 26,40% do total de eleitores, o que significa que 536.872 eleitores alagoanos deixaram de comparecer aos locais de votação.

O terceiro lugar em número de abstenções ficou com o estado de Roraima, com 25,64%. Em números, 276.450 eleitores não compareceram às urnas no estado.

Nos lugares onde houve segundo turno apenas para a Presidência, o estado do Maranhão encabeçou a lista das abstenções. De acordo com informações do que constam no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 29,52% dos eleitores maranhenses não votaram neste domingo.

PENALIDADES - Segundo o Guia do Eleitor das Eleições 2010, do TRE/PA (Tribunal Regional Eleitoral), o eleitor que deixou de votar no dia 3 de outubro tem até o dia 2 de dezembro para apresentar justificativa ao juiz eleitoral. Nos estados em que houve segundo turno, o eleitor tem até o dia 30 de dezembro para justificar a ausência na votação do dia 31 de outubro. O eleitor que não votou e nem justificar a sua ausência estará sujeito às seguintes restrições:

- Não poderá inscrever-se em concurso público;
- Não receberá vencimentos, remuneração, salário ou proventos, se o eleitor for funcionário público;
- Não poderá participar de concorrência pública;
- Não poderá obter empréstimo, desde que não se trate de instituição bancária privada;
- Não poderá obter passaporte, carteira de identidade ou CPF;
- Não poderá matricular-se em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo Governo;
- Não poderá praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.

Mergulhador salva mulher puxando cauda de tubarão na Austrália

Elyse Frankcom (esq.) disse que, se fosse atacada, 'morreria feliz

Um mergulhador salvou uma guia de mergulho na costa australiana dando um puxão na cauda de um tubarão que a estava atacando.

Elyse Frankcom, de 19 anos, levava um grupo para praticar snorkelling entre golfinhos na marina de Fremantle, perto de Perth, no sudoeste da Austrália, quando foi atacada pelo predador no sábado.
Um dos homens que fazia parte de grupo agiu rapidamente e deu um puxão na cauda do tubarão para tentar salvar a mulher.
"Durante o ataque, o tubarão esbarrou em um homem relativamente forte, que então segurou a cauda do animal, o que o fez ir embora", descreveu o porta-voz dos salva-vidas de Fremantel, Frank Pisani.
Segundo o jornal The Australian, especialistas acreditam que o animal estivesse protegendo seu território ou simplesmente tenha se assustado.
Elyse foi levada de helicóptero para um hospital, onde passou por cirurgias para reparar as mordidas na cintura, nas coxas e mas nádegas.
"Só quero que a garota fique bem", disse o herói anônimo à TV australiana.

O QUE DISSERAM CONTRA DILMA ANTES DA ELEIÇÃO

ESPOSA DE SERRA DISSE: que Dilma apóia matar criancinhas

Pastor SILAS MALAFAIA DISSE: que Dilma é ambígua em questões de homossexualismo e aborto chegando a acusá-la de ser anti-cristo

REDE GLOBO DISSE: que candidata estava envolvida em escândalos e foi insistentes no caso Herenice Guerra-Chefe da Casa Civil do Governo Lula, chegando a usar vários programas inteiros de jornal em horário nobre para fazer o eleitor pensar que Dilma não tinha competência nem para contratar seus funcionários e de alguma forma ligá-la ao esquema de trafico de influencia em que o filho da ex-ministra Herenice era suspeito

ALGUNS INTERNALTAS SERRISTAS DISSERAM: através de e-mails que chegavam sem remetente: Que Dilma era sapatão, contra São Paulo, contra democracia, contra a liberdade de expressão, contra homossexuais, um verdadeiro terrorismo para mudar a opinião de eleitores.

PROPAGANDA ELEITORAL DE SERRA DISSE: que a candidata Dilma não tinha biografia era sem currículo para governar o País.

SERRISTAS DISSERAM: que Dilma era assaltante de banco, tentaram fazer o eleitor acreditar que a candidata Dilma não foi torturada pelo regime militar, que simplesmente sumiu, sendo que o candidato Serra foi quem fugiu do Pais enquanto ela ficou presa e foi brutalmente torturada durante alguns anos.

SERRA DISSE: que foi alvo de violência por parte de Dilma: Foi rôlo ou papel que caiu na cabeça dele?

GRUPOS INDIVIDUAIS DE EVANGÉLICOS e CATÓLICOS  DISSERAM: que Dilma era a favor do aborto, fato que posteriormente foi esclarecido através de uma carta aberta e pela mesma que, defende o aborto em caso de risco de vida a mãe. Mas que particularmente é contra.

ALGUNS BLOGUEIROS CHEGARAM A ESCREVER: que Dilma não tinha identidade, vivia nas costas de Lula, que iria trazer de volta José Dirceu.

MAIS DE 55 MILHÕES DE BRASILEIROS DISSERAM QUE ACREDITAM NA INDICAÇÃO DE LULA E NA COMPETÊNCIA DE DILMA PARA GOVERNAR O PAÍS NOS PRÓXIMOS ANOS.

JATENE É O NOVO GOVERNADOR DO PARÁ

Na frente nas pesquisas de intenção de voto desde o primeiro turno, Simão Jatene (PSDB) volta ao cargo de governador do Pará, com a aprovação de quase 56% dos votos validos.
Filho de um comerciante libanês e de uma nordestina, Simão Robson de Oliveira Jatene nasceu em 1ª de abril de 1949 em Belém, mas foi criado no município de Castanhal (PA). Estudou em escolas particulares e formou-se em economia pela UFPA (Universidade Federal do Pará), onde passou a dar aulas anos depois. Tem mestrado na área pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Iniciou sua militância na juventude, quando era ator e compositor, e participou do movimento estudantil de resistência à ditadura militar. Ingressou na carreira pública em 1973, como técnico do Estado. Na década de 1980, foi secretário de Planejamento do governador Jader Barbalho, à época na oposição ao regime.
Anos depois, tornou-se secretário geral do Ministério da Previdência e ajudou a criar o Ministério da Reforma Agrária. Em 1988, ajudou a fundar o PSDB e, entre 1995 e 2002, foi secretário de Planejamento e de Produção nas gestões de Almir Gabriel à frente do Pará. Apadrinhado pelo ex-tucano, elegeu-se governador do Estado em 2003
Simão Jatene assume o governo do Pará juntamente com o santareno Helenilson Pontes(PPS), para o mandato de 2011 a 2014.
Fonte: Rosangela Sampaio - JR Popular

domingo, 31 de outubro de 2010

REFLETIR - O HOMEM DE BEM

O verdadeiro homem de bem é aquele que pratica a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza.Se ele interroga sua consciência sobre seus próprios atos,pergunta se não violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desperdiçou voluntariamente uma ocasião de ser útil, se ninguém tem do que se queixar dele, pergunta, enfim, se fez aos outros tudo o que desejava que os outros fizessem por ele.

Tem fé em Deus, em sua bondade, em sua justiça, e em sua sabedoria; sabe que nada acontece sem a sua permissão, e submete-se à sua vontade em todas as coisas. Leia Mais

ELEIÇÃO 2010 - UM MARCO NA HISTÓRIA POLÍTICA DO BRASIL

A eleição do ano de dois mil e dez ficará marcada na história como a mais politizada e democrática escolha dos governantes de nosso País.
Apesar do leque extenso de opções o eleitor impôs sua vontade e fez com que os candidatos se desdobrassem para conquistá-lo.
Com a igualdade nos palanques para os candidatos que não podem mais contar com shows que levavam multidões, além dos brindes distribuídos e algumas cestas e troca de favores que agora se tornaram armas perigosas contra os próprios candidatos, convencerem o eleitor de que votar em certo candidato seria a solução para seu município, estado ou país, ficou bem mais difícil.
O sobe e desce nas pesquisas foi só um reflexo da análise minuciosa do eleitor para com o candidato, ora ele era a favor, ora contra, um peso também creditado há alguns meios de comunicação que usaram e abusaram tendenciosamente em favor de seus preferidos numa espécie de lavagem cerebral que desta vez parece não ter funcionado.
Esta pode ter sido também a eleição que teve grandes surpresas, um palhaço foi eleito em São Paulo o deputado federal mais votado do País, o maior colégio eleitoral do Brasil. A Lei da ficha limpa tirou o sono de muitos políticos e uma candidata a presidência de um partido pouco conhecido leva a eleição para um 2° turno.
Entre denúncias, factóides e boatos espalhados na internet e na TV, esta pode ter sido também a eleição mais comentada, questionada, investigada e até mais interessante para os eleitores, jornalistas e estudiosos políticos do Brasil e do Mundo, que se esbaldaram com as notícias disponíveis e que aumentavam a cada episódio vivido pelos candidatos durante o período que antecedia a eleição.
Muitos valores foram colocados em questão e alguns conceitos principalmente ligados a religião foram transformados em sermão e disputa até dentro das igrejas pelo voto dos fiéis.
A politização dos eleitores se evidenciou em muitos estados onde as escolhas foram feitas de forma individual a cada candidato e não pelo partido, não foi por indicação, mas por convicção em alguns casos por conveniência, e na falta de opção a abstenção também se mostrou eficiente.  
Uma eleição onde de tudo foi dito, escrito, opinado e que apesar das duras críticas durante todo o processo eleitoral, mais de 56 milhões de brasileiros demonstraram ter personalidade,  escolhendo Dilma Rousseff, como a primeira presidenta eleita na história politica do Brasil.
Rosangela Sampaio
Jornal Reporter Popular

ELEIÇÕES 2° TURNO-RESULTADO PARCIAL PARA GOVERNADOR 8 ESTADOS