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sexta-feira, 18 de junho de 2010
Depois de quatro horas reunidos, PMP e SINTEPP chegam a um acordo
O CHATO DE SER BAIXINHA
No blog JN na Copa – Onde está você Fátima Bernardes?, a âncora do telejornal comentou a escalação de Tadeu, e com um jeito irreverente, revelou o truque usado para se aproximar ainda mais do seu colega de trabalho.
“Também acho que o JN a três funcionou superbem. Só teve um ‘probleminha’: a diferença de altura. Tive que apresentar em cima de uma caixa pra não ficar o tempo todo olhando pro alto. Ganhei uns 12 centímetros!”, escreveu a jornalista.
Mototaxistas e motofretistas terão que fazer curso obrigatório em todo o país
O Contran (Conselho Nacional de Trânsito) publicou no "Diário oficial da União" desta sexta-feira uma medida que torna obrigatória a realização de um curso para os mototaxistas (profissionais que transportam passageiros) e os motofretistas (que entregam mercadorias) exercerem suas atividades em todo o país.
Segundo a resolução do Contran, o curso irá garantir aos motociclistas profissionais a aquisição de conhecimentos, a padronização de ações e, consequentemente, atitudes de segurança no trânsito.
Serão reconhecidos os cursos ministrados por órgãos ou entidades vinculadas ao SNT (Sistema Nacional de Trânsito). A resolução entrará em vigor em 180 dias.
O curso terá a carga horária de 30 horas e terá noções básicas de legislação, ética e cidadania, segurança e saúde, segurança sobre duas rodas, transporte de cargas e pessoas.
Estará apto para fazer o curso somente quem tiver 21 anos completo e estiver habilitado no mínimo dois anos na categoria A. O candidato não pode estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação da CNH (Carteira Nacional de Habilitação), decorrente de crime de trânsito, bem como estar impedido judicialmente de exercer seus direitos.
Depois da CSA, Vale vai acelerar a Alpa no Pará
Na agenda da Vale, a Aços Laminados do Pará (Alpa), em Marabá, será a segunda usina a entrar em operação depois da ThyssenKrupp CSA, inaugurada hoje. A Vale é minoritária na CSA, controlada pelo grupo alemão ThyssenKrupp, o maior investimento da multinacional no mundo. Na Alpa, por seu lado, a vale terá 100%. essa fábrica de placas vai custar US$ 3,2 bilhões.
Atendendo em 2009 as pressões do presidente Lula - que comparecerá hoje ao evento na CSA, em Santa Cruz, município do Rio -, a Vale fará da Alpa sua usina mais sofisticada. Ela vai fabricar placas e laminados a quente e a frio. Com isso, pretende também agradar a governadora do PT, Ana Julia Carepa. Ela reivindicou que a Vale produzisse valor agregado no Pará, onde extrai grande parte do minério que exporta para o mundo.
Depois de conversas com Lula, em meio à crise financeira e econômica global, a direção da Vale, que já estava tocando os projetos das siderúrgicas CSA e a cearense Ceará Steel, ampliou seu portfólio de aço com mais dois projetos: o da siderúrgica paraense e a de Ubu, no Espírito Santo.
Nos cálculos de Aristides Corbellini, diretor de siderurgia da Vale, a companhia pretende colocar no mercado nos próximos quatro anos 18,5 milhões de toneladas de aço bruto, em projetos correspondentes a um investimento de US$ 21 bilhões.
Corbellini está otimista com o andamento das obras da usina de Marabá, considerada "a menina dos olhos da Vale", no entender de fontes do setor de mineração. A usina recebeu esta semana a licença de instalação e já foi dada a partida às obras de terraplanagem. "No dia 22, Lula vai visitar a obra", disse o executivo.
A Alpa deve começar a produzir a primeira placa em 2013. A usina terá uma instalação para produzir 2,5 milhões de toneladas de placas que será 100% da Vale (terá um alto-forno e dois convertedores). A unidade de laminação será instalada e tocada pela Aço Cearense, empresa que sera majoritária com 75% no negócio. A Vale terá 25% da laminação. A Alpa terá também uma pequena linha de galvanização de 150 mil toneladas ao ano.
Boa parte das placas fabricadas na Alpa, 750 mil toneladas, vão ser consumidas pela laminação da própria usina. Os restantes 1,85 milhão de toneladas serão exportadas para a Califórnia Steel, laminadora americana com controle compartilhado entre a Vale e a japonesa JFE Steel.
A Ceará Steel, localizada em Pecém (CE), é a usina que a Vale está construindo com a coreana Dongkuk. Vai produzir 3 milhões de toneladas de placas a partir de 2014. É orçada em US$ 4 bilhões.
Ubu, o mais novo projeto de aço da mineradora, deverá fazer 5,2 milhões de toneladas de placas e ter investimento de US$ 6,2 bilhões. A Vale pretende tocá-lo sozinha até receber as licenças ambientais. Só no último trimestre do ano vai escolher um sócio.
Atendendo em 2009 as pressões do presidente Lula - que comparecerá hoje ao evento na CSA, em Santa Cruz, município do Rio -, a Vale fará da Alpa sua usina mais sofisticada. Ela vai fabricar placas e laminados a quente e a frio. Com isso, pretende também agradar a governadora do PT, Ana Julia Carepa. Ela reivindicou que a Vale produzisse valor agregado no Pará, onde extrai grande parte do minério que exporta para o mundo.
Depois de conversas com Lula, em meio à crise financeira e econômica global, a direção da Vale, que já estava tocando os projetos das siderúrgicas CSA e a cearense Ceará Steel, ampliou seu portfólio de aço com mais dois projetos: o da siderúrgica paraense e a de Ubu, no Espírito Santo.
Nos cálculos de Aristides Corbellini, diretor de siderurgia da Vale, a companhia pretende colocar no mercado nos próximos quatro anos 18,5 milhões de toneladas de aço bruto, em projetos correspondentes a um investimento de US$ 21 bilhões.
Corbellini está otimista com o andamento das obras da usina de Marabá, considerada "a menina dos olhos da Vale", no entender de fontes do setor de mineração. A usina recebeu esta semana a licença de instalação e já foi dada a partida às obras de terraplanagem. "No dia 22, Lula vai visitar a obra", disse o executivo.
A Alpa deve começar a produzir a primeira placa em 2013. A usina terá uma instalação para produzir 2,5 milhões de toneladas de placas que será 100% da Vale (terá um alto-forno e dois convertedores). A unidade de laminação será instalada e tocada pela Aço Cearense, empresa que sera majoritária com 75% no negócio. A Vale terá 25% da laminação. A Alpa terá também uma pequena linha de galvanização de 150 mil toneladas ao ano.
Boa parte das placas fabricadas na Alpa, 750 mil toneladas, vão ser consumidas pela laminação da própria usina. Os restantes 1,85 milhão de toneladas serão exportadas para a Califórnia Steel, laminadora americana com controle compartilhado entre a Vale e a japonesa JFE Steel.
A Ceará Steel, localizada em Pecém (CE), é a usina que a Vale está construindo com a coreana Dongkuk. Vai produzir 3 milhões de toneladas de placas a partir de 2014. É orçada em US$ 4 bilhões.
Ubu, o mais novo projeto de aço da mineradora, deverá fazer 5,2 milhões de toneladas de placas e ter investimento de US$ 6,2 bilhões. A Vale pretende tocá-lo sozinha até receber as licenças ambientais. Só no último trimestre do ano vai escolher um sócio.
TSE diz que Ficha Limpa vale para condenados antes da lei
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (17) que a Ficha Limpa vale para quem foi condenado antes da lei entrar em vigor, no dia 4 de junho. A maioria dos ministros, por 6 votos a 1, acompanhou o voto do relator, ministro Arnaldo Versiani, que ressaltou que a inelegibilidade não é uma pena, e sim uma condição que deve ser verificada no momento de registro da candidatura
Materia Completa: http://agenciabrasil.ebc.com.br/home;jsessionid=1A22932BD5D03E838A531750B7C439E8?
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Pequenos não pagarão pela terra para legalizar suas propriedades no Pará
Todas as pessoas que ocupam terras públicas de forma pacífica no estado do Pará terão a oportunidade de regularizar suas áreas. De 0 a 100 hectares, não haverá pagamento para a terra. A partir daí até 2.500 hectares há valores diferenciados por região, tanto para pessoa física quanto para pessoa jurídica. Caberá ao Instituto de Terras do Pará (Iterpa) cuidar da tramitação interna de imóveis até 100 hectares. Para áreas acima de 2.500 hectares somente com a aprovação do Congresso Nacional.
Essas definições foram adotadas na cerimônia presidida pela governadora Ana Júlia Carepa, na noite desta segunda-feira (14), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, quando o Conselho Estadual de Política Agrícola Agrária e Fundiária (Cepaf) fixou o Valor da Terra Nua (VTN) para a alienação onerosa de terras públicas no Pará.
Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Cássio Pereira, presidente do Cepaf, a nova definição leva em consideração quem ocupa a terra para estabelecer os valores do pagamento, quando a legislação anterior usava uma tabela com valor de mercado.
O valor cobrado pela terra foi fixado a partir dos estudos de uma equipe de economistas liderada pela Secretaria de Governo, que levou em consideração um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da pequena propriedade na Amazônia.
O novo arcabouço jurídico foi aprovado pela Assembléia Legislativa que criou o Programa Estadual de Assentamentos Rurais.
Em algumas áreas o governo trabalha em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. "O que o governo quer é regularizar a terra para quem está produzindo nela", disse José Heder Benatti, presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa).
Essas definições foram adotadas na cerimônia presidida pela governadora Ana Júlia Carepa, na noite desta segunda-feira (14), no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, quando o Conselho Estadual de Política Agrícola Agrária e Fundiária (Cepaf) fixou o Valor da Terra Nua (VTN) para a alienação onerosa de terras públicas no Pará.
Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Cássio Pereira, presidente do Cepaf, a nova definição leva em consideração quem ocupa a terra para estabelecer os valores do pagamento, quando a legislação anterior usava uma tabela com valor de mercado.
O valor cobrado pela terra foi fixado a partir dos estudos de uma equipe de economistas liderada pela Secretaria de Governo, que levou em consideração um estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da pequena propriedade na Amazônia.
O novo arcabouço jurídico foi aprovado pela Assembléia Legislativa que criou o Programa Estadual de Assentamentos Rurais.
Em algumas áreas o governo trabalha em parceria com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. "O que o governo quer é regularizar a terra para quem está produzindo nela", disse José Heder Benatti, presidente do Instituto de Terras do Pará (Iterpa).
Linha e subestações no Pará acabam com consórcio Atlântico
O consórcio Atlântico conseguiu a concessão para construir uma linha de transmissão e duas subestações no Estado do Pará com oferta de R$ 6,420 milhões em receita anual, um deságio de 16,83% em relação à receita anual máxima de R$ 7,720 milhões. O lote D, que faz parte do leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que ocorre em São Paulo, engloba a linha Integradora Sossego-Xinguara CS, de 79 quilômetros, e as subestações Xinguara e Carajás. Visando a ampliar a rede básica na região sudeste do Pará, o empreendimento deve estar em operação comercial em 24 meses.
Estão no consórcio a Telecomunicações e Serviços de Engenharia (40%), a ARM Energia e Serviços de Engenharia (20%) e a portuguesa CME (40%).
Governo assume controle total de Belo Monte
O governo deve assumir o controle total do projeto de construção da usina hidrelétrica Belo monte, no rio Xingu (PA). A negociação para a formação final da empresa que vai explorar a hidrelétrica por 35 anos ficou a cargo de dois nomes de confiança no Planalto. O dado surge pouco antes da assinatura final do contrato de concessão da obra, prevista para 30 de setembro.
Valter Cardeal, diretor da Eletrobrás e pessoa de confiança da presidenciável Dilma Rousseff (PT), e Adhemar Palocci, diretor da Eletronorte e irmão do ex-ministro Antônio Palocci articulam a formação do grupo.
Nas mãos deles, está a escolha dos fornecedores de equipamentos, que envolve contratos de R$ 6 bilhões, e a contratação das empreiteiras para construir a usina, orçada pelo governo em algo como R$ 16 bilhões. Ao todo, Belo Monte custará perto de R$ 25 bilhões
quarta-feira, 16 de junho de 2010
MORUMBI ESTA FORA DA COPA DE 2014
A CBF divulgou, às 13h42m desta quarta-feira, em nota publicada em sua página oficial, que o Morumbi está fora do Mundial 2014. Segundo a nota, o Comitê Organizador Local da Copa de 2014 não recebeu do Comitê da Cidade de São Paulo as garantias financeiras do projeto que havia sido aprovado pela Fifa no dia 14 de maio.
Na segunda-feira, o São Paulo havia apresentado as garantias financeiras para realizar obras no Morumbi para a Copa de 2014. No entanto, o clube não adotou o projeto completo, que custaria em torno de R$ 630 milhões e acataria todas as exigências da Fifa. O Tricolor apostou em um plano mais simples, com custo total de R$ 265.423.497. Porém, o Comitê Local informou que não vai analisar o novo projeto. O ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse que São Paulo não está fora do Mundial.
IRMÃ DE GRASIELA NOIVA DE ALESSANDRO CAMILO DEPÕE NA DELEGACIA
Para a família de Ana Karina Matos Guimarães, desaparecida ainda grávida de 9 meses completos, desde o dia 10 de maio, e que tem como principal acusado no caso, o suposto pai da criança que Ana Karina esperava, Alessandro camilo de Lima. Sua noiva “Grasy” estaria envolvida em todos os momentos do caso. Grasiela Barros Almeida, 32 anos, é apontada também pela polícia de ter participação na morte da comerciária.
Grasiela que está foragida desde o mês passado, agora poderá ser localizada. Ontem uma irmã dela Aguida Lisane Barros de Oliveira, que teria ajudado na fulga, foi ouvida pela polícia civil de Parauapebas. Hoje o delegado André Albuquerque deve se manifestar sobre esse depoimento. Essa irmã da acusada não só teria dado contribuição na fulga como teria seguido viagem em companhia de “Grasy”.
Fonte: Laercio de Castro
Grasiela que está foragida desde o mês passado, agora poderá ser localizada. Ontem uma irmã dela Aguida Lisane Barros de Oliveira, que teria ajudado na fulga, foi ouvida pela polícia civil de Parauapebas. Hoje o delegado André Albuquerque deve se manifestar sobre esse depoimento. Essa irmã da acusada não só teria dado contribuição na fulga como teria seguido viagem em companhia de “Grasy”.
Fonte: Laercio de Castro
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