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sábado, 31 de julho de 2010
Aniversário da Maior Província Mineral a céu aberto do mundo
Localizada no sudeste do Pará, a maior província mineral do planeta, Carajás, completa 43 anos de descoberta neste sábado, 31 de julho. Pouco mais da metade desse tempo está em operação o que hoje é a maior mina de minério de ferro a céu aberto do mundo, com a operação simultânea de quatro minas. Hoje a produção anual de Carajás ultrapassa os 100 milhões de toneladas do mais puro minério de ferro do mundo, com teores que chegam a 66% de pureza.
IMPRESSIONANTE! Médicos mostram paciente que fez transplante total de rosto na Espanha
A operação foi liderada pelo médico espanhol Joan Barret e mobilizou trinta pessoas durante 22 horas em março.
Oscar teve transplantada toda a pele e músculos de rosto, nariz, lábios, maxilar superior, todos os dentes, os ossos da maçã do rosto e da mandíbula, segundo o hospital. Ainda de acordo com o hospital, foi a primeira cirurgia do gênero a ser realizada no mundo.
Vale investiu US$ 1,4 bilhão no estado do Pará
A Vale investiu US$ 1,458 bilhão no Pará, no segundo trimestre de 2010, um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2009. Os investimentos visaram o desenvolvimento de projetos comunitários, ações sócio ambientais, infra-estrutura e subsídios de produção local e foram responsáveis pela criação de 19.700 postos de trabalho, no estado.
EMPREGO
Em Marabá, a Vale investiu cerca de US$ 446,4 mil no Programa de Preparação para o Mercado de Trabalho direcionado, prioritariamente, ao projeto Aços Laminados do Pará (Alpa). Desde janeiro, já foram qualificadas mais de 1.500 pessoas nos cursos voltados para construção civil e de serviços, entre outros.
REFLORESTAMENTO
Em maio, a Vale, o BNDES, os fundos de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), e da Petrobras (Petros) anunciaram a formação de um dos maiores fundos de reflorestamento do Brasil, que terá patrimônio de US$ 337,6 milhões, cujos recursos iniciais serão investidos na empresa Vale Florestar S.A. para promover o reflorestamento de áreas degradadas com espécies nativas e exóticas e beneficiar municípios como Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins. A meta é chegar ao reflorestamento de uma área total de 450 mil hectares até 2022.
SUSTENTABILIDADE
As Estações de Conhecimento também receberam investimentos através da Fundação Vale. Foram US$ 13,4 milhões nas obras de implantação das Estações Conhecimento de Curionópolis e Marabá. O projeto tem como parceiros o poder público local e instituições da sociedade civil e desenvolvem atividades de esporte, cultura e qualificação profissional, contribuindo com a formação de crianças e jovens. Até 2012, a expectativa é que sejam construídas 18 unidades das Estações Conhecimento nos estados do Pará, Maranhão, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Rio de Janeiro.
EMPREGO
Em Marabá, a Vale investiu cerca de US$ 446,4 mil no Programa de Preparação para o Mercado de Trabalho direcionado, prioritariamente, ao projeto Aços Laminados do Pará (Alpa). Desde janeiro, já foram qualificadas mais de 1.500 pessoas nos cursos voltados para construção civil e de serviços, entre outros.
REFLORESTAMENTO
Em maio, a Vale, o BNDES, os fundos de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), e da Petrobras (Petros) anunciaram a formação de um dos maiores fundos de reflorestamento do Brasil, que terá patrimônio de US$ 337,6 milhões, cujos recursos iniciais serão investidos na empresa Vale Florestar S.A. para promover o reflorestamento de áreas degradadas com espécies nativas e exóticas e beneficiar municípios como Dom Eliseu, Ulianópolis, Paragominas, Rondon do Pará, Abel Figueiredo e Bom Jesus do Tocantins. A meta é chegar ao reflorestamento de uma área total de 450 mil hectares até 2022.
SUSTENTABILIDADE
As Estações de Conhecimento também receberam investimentos através da Fundação Vale. Foram US$ 13,4 milhões nas obras de implantação das Estações Conhecimento de Curionópolis e Marabá. O projeto tem como parceiros o poder público local e instituições da sociedade civil e desenvolvem atividades de esporte, cultura e qualificação profissional, contribuindo com a formação de crianças e jovens. Até 2012, a expectativa é que sejam construídas 18 unidades das Estações Conhecimento nos estados do Pará, Maranhão, Espírito Santo, Minas Gerais, Sergipe e Rio de Janeiro.
Gel anti-hiv levanta questões polêmicas sobre sua eficácia e uso
A melhor novidade para a prevenção contra a Aids foi divulgada este mês, em uma conferência mundial sobre a doença em Viena: um gel vaginal microbicida, que pode ser usado sem o conhecimento do homem, deu às mulheres chance de 39% de evitar a infecção com o vírus mortal.Obviamente, os 39% não são exatos, embora as mulheres que saram o gel no teste sul-africano tenham obtido resultados melhores, chegando a 54% de proteção. Depois de uma dúzia de fracassos com microbicidas, esse foi um grande alívio, e gerou aclamações e aplausos de pé pelos pesquisadores locais. “Esse é um campo que conheceu muita dor”, disse Catherine Hankins, a principal conselheira científica da UNAIDS, a agência de combate à Aids das Nações Unidas. Houve um alívio geral porque os dados não eram tão instáveis quanto os de um teste de vacinas contra a Aids, divulgado em setembro.
Agora, especialistas estão ponderando sobre as muitas perguntas levantadas pela novidade. Quantos testes mais serão necessários para ganhara aprovação dos reguladores de medicamentos? Será que mais de 1% de tenofovir no gel, ou uma mistura de dois remédios, funcionaria melhor?
Ele pode ser produzido de maneira barata o suficiente para os países pobres? O gel custa 2 centavos de dólar por dose, mas os aplicadores saem por 40 centavos – pois são patenteados e foram frequentemente redesenhados para maior conforto. Mais Informações
Liberado teste de célula-tronco embrionária em humanos
A Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA) autorizou nesta sexta-feira, pela primeira vez, que essas células sejam injetadas experimentalmente em seres humanos. De acordo com reportagem publicada pelo The New York Times, o estudo será conduzido pela empresa de biotecnologia Geron, que financiou a pesquisa pioneira de Wisconsin, em 1998, e agora, após uma década de experimentos in vitro e com animais, poderá finalmente testar o potencial terapêutico de suas células no organismo humano.Este é o primeiro e único ensaio clínico com células-tronco embrionárias humanas aprovado no mundo até agora. A decisão acontece doze anos após o surgimento da primeira linhagem de células-tronco, na Universidade de Wisconsin. Essas células são consideradas as mais versáteis de todas e são obtidas de embriões com poucos dias de vida. Elas podem se transformar em qualquer tipo de célula tronco.
A empresa, com sede na Califórnia, vai recrutar até dez pacientes com lesões medulares para receber injeções de células nervosas progenitoras, produzidas pela diferenciação de células-tronco embrionárias humanas in vitro. A intenção é que essas células progenitoras, uma vez dentro da medula, se diferenciem em um tipo específico de célula do sistema nervoso central, chamada oligodendrócito, que reveste os nervos e permite a transmissão dos sinais elétricos enviados do cérebro para o restante do organismo
Fonte : http://www.veja.com.br/
Mais Informações
sexta-feira, 30 de julho de 2010
CONHEÇA A MAIOR MULHER DO MUNDO
A mulher mais alta do mundo vive na China. Yao Defen tem 2,40 m de altura e pesa 200 quilos. Aos onze anos, ela media 1,90 m e já tinha o tamanho de uma pessoa adulta. Por causa de toda sua altura, ela não cabia direito dentro de sua casa e, por isso, passou a dormir em um estábulo numa cama de feno. Com o passar do tempo, as dificuldades para Yao foram aumentando e, hoje, por exemplo, ela calça número 57.
Yao sofre de uma doença muito rara chamada gigantismo, que surge a partir de um tumor na hipófise e faz a pessoa crescer sem parar. A chinesa já se submeteu a uma cirurgia para diminuir o tumor há dez anos, mas ele voltou a crescer. Assim, a saúde dela é cada vez mais frágil e qualquer pequeno acidente doméstico pode se transformar numa questão de risco. Meu filho não quer voltar às aulas, e agora?
O primeiro passo é descobrir o que esta resistência quer dizer. "O 'não quero ir para a escola' pode ter vários sentidos", alerta a psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em Psicologia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). Pode ser apenas uma recusa natural e passageira à ideia de voltar a acordar cedo, ter menos tempo para brincadeiras e mais responsabilidades - do mesmo tipo que qualquer adulto sente ao terminar as férias e encarar a volta ao trabalho.Outras vezes a resistência se apresenta mais constante, tendo aparecido inclusive antes das férias. Nesse caso, o motivo pode estar escondido em uma mudança na rotina escolar: troca de professora, de classe ou de escola ou até mesmo ameaças de bullying. "O diálogo com a escola é fundamental", define Ana Gabriela. Só assim os pais podem entender se a resistência à volta às aulas é só manha ou se esconde algum problema mais sério.
A pura e simples manha, aliás, também pode ser acolhida. Afinal, quem é que gosta, seja adulto ou criança, de voltar das férias? "Acolher a manha não significa permitir que a criança não volte para a escola", diz Ana. Basta conversar com a criança e explicar que esta preguiça é natural, que todos sentem, mas que nem por isso podemos ficar em casa para sempre.
João David Cavallazzi Mendonça, psicoterapeuta familiar, concorda. "Precisa dar à criança o direito de sentir preguiça e sentir vontade de nao acordar - embora isso não signifique em absoluto que ela vá poder dormir até tarde e faltar às aulas".
Fonte: http://www.ig.com.br/
NASCE A PRIMEIRA ESCOLA MUNICIPAL DE MÚSICA DE PARAUAPEBAS
Com iniciativa da Secretaria de Cultura de Parauapebas e a Fundação Carlos Gomes, aconteceu nesta sexta-feira a apresentação dos trabalhos do projeto pioneiro da Escola Municipal de Musica intitulada "Waldemar Henrique"(maestro brasileiro), um projeto acalentado por quase dois anos e que agora tornou-se uma realidade para o desenvolvimento cultural da cidade.No projeto serão atendidos 120 alunos na faixa etária de 8 a 18 anos e para 2011 a proposta é dobrar a oferta. A metodologia de ensino e todo o processo pedagógico será companhado de perto por técnicos da FGC.
Segundo o Secretario de Cultura Claudio Feitosa, na politica pública de cultura, que vem sendo construida, há um lugar especial para a criaçãode extruturas permanentes que possam ajudar no crescimento humano da juventude.
Durante a programação varias apresentações musicais aconteceram
Fonte: Rosangela Sampaio
PARÁ ESTÁ ENTRE AS 3 PIORES MALHAS RODOVIÁRIAS DO BRASIL
Trafegar pelas estradas do Brasil é a melhor forma de identificar à boa ou má gestão de uma administração pública.
Tanto nas rodovias estaduais quanto nas federais, a falta de sinalização, de faixas nas pistas além das pontes sem condição de fluxo, dá uma noção da falta de cuidado com os motoristas que transportam a necessidade, o progresso de cada cidade ou capital além de vidas.
Quem se arrisca pelas estradas brasileiras a trabalho ou passeio encontrará pela frente um verdadeiro contraste até chegar a seu destino. As mãos precisam ser rápidas e fortes para acompanhar o que os olhos muitas vezes não vêem.
Nas estradas do Pará, cresce o número constante de acidentes graves, além do aumento do custo dos produtos transportados pelas rodovias. Uma situação que poderia ser ainda pior se os motoristas não estivessem acostumados com tanto descaso e já saberem exatamente onde estão os maiores perigos nas mal cuidadas estradas paraenses. Os desavisados geralmente são as maiores vitimas fatais.
De acordo com a última pesquisa da Confederação Nacional do Transporte sobre o estado de conservação das estradas nacionais, o Pará é o Estado com a terceira pior malha rodoviária em todo o Brasil, incluindo estradas sob responsabilidade federal e estadual. Pelo levantamento, o Pará tinha 97,8% de suas estradas comprometidas.
Grande parte das estradas paraenses além da falta de sinalização é estreita e sem acostamento, com falhas de drenagem e intervenções inacabadas. A manutenção muitas vezes é feita por pessoas que moram nas proximidades das rodovias tapando buracos com pedra e terra e com isso ganhando algumas míseras moedas de alguns motoristas.
Há décadas as estradas do Pará só foram recuperadas a base de protesto com fechamento de rodovias. As que foram construídas nos últimos anos já estão necessitando de reforma.
As estradas do Pará de onde sai grande parte das riquezas vegetais e minerais do Brasil são um verdadeiro retrato do descaso dos governos estaduais e federais. A necessidade extrema da construção de uma rodovia segura e realmente trafegável para a região só é vista por quem pega a estrada, e seus problemas nunca serão vistos de avião.
Quem trafega pelas estradas do Pará em direção ao estado do Tocantins ira perceber que a criação de um novo Estado contribuiu e muito para a boa administração das pequenas cidades tocantinenses.
Ao entrar para o estado do Tocantins é difícil não se surpreender com o contraste em relação às estradas paraenses, o asfalto de qualidade, boa sinalização, acostamento e a duplicação das rodovias dão mais segurança aos motoristas que só correrão riscos em caso de imprudência deles mesmos.
A preocupação com as estradas também é vista no perímetro urbano das cidades do Tocantins, onde pequenas vilas e comunidades possuem asfalto de boa qualidade.
Nestas horas se questiona a divisão dos estados do Carajás e Tapajós. São quilômetros de estradas intrafegáveis e talvez nem conhecidas pelos governos estaduais e federais e que parecem não estar nos planos de aceleração do crescimento o Sul e Sudeste do Pará.
A divisão destas regiões seria uma solução lógica para quem quer o progresso e desenvolvimento, mas egoísta para quer um Pará grande e mal administrado.
Fonte: Jornal Reporter Popular
Tanto nas rodovias estaduais quanto nas federais, a falta de sinalização, de faixas nas pistas além das pontes sem condição de fluxo, dá uma noção da falta de cuidado com os motoristas que transportam a necessidade, o progresso de cada cidade ou capital além de vidas.
Quem se arrisca pelas estradas brasileiras a trabalho ou passeio encontrará pela frente um verdadeiro contraste até chegar a seu destino. As mãos precisam ser rápidas e fortes para acompanhar o que os olhos muitas vezes não vêem.
Nas estradas do Pará, cresce o número constante de acidentes graves, além do aumento do custo dos produtos transportados pelas rodovias. Uma situação que poderia ser ainda pior se os motoristas não estivessem acostumados com tanto descaso e já saberem exatamente onde estão os maiores perigos nas mal cuidadas estradas paraenses. Os desavisados geralmente são as maiores vitimas fatais.
De acordo com a última pesquisa da Confederação Nacional do Transporte sobre o estado de conservação das estradas nacionais, o Pará é o Estado com a terceira pior malha rodoviária em todo o Brasil, incluindo estradas sob responsabilidade federal e estadual. Pelo levantamento, o Pará tinha 97,8% de suas estradas comprometidas.
Grande parte das estradas paraenses além da falta de sinalização é estreita e sem acostamento, com falhas de drenagem e intervenções inacabadas. A manutenção muitas vezes é feita por pessoas que moram nas proximidades das rodovias tapando buracos com pedra e terra e com isso ganhando algumas míseras moedas de alguns motoristas.
Há décadas as estradas do Pará só foram recuperadas a base de protesto com fechamento de rodovias. As que foram construídas nos últimos anos já estão necessitando de reforma.
As estradas do Pará de onde sai grande parte das riquezas vegetais e minerais do Brasil são um verdadeiro retrato do descaso dos governos estaduais e federais. A necessidade extrema da construção de uma rodovia segura e realmente trafegável para a região só é vista por quem pega a estrada, e seus problemas nunca serão vistos de avião.
Quem trafega pelas estradas do Pará em direção ao estado do Tocantins ira perceber que a criação de um novo Estado contribuiu e muito para a boa administração das pequenas cidades tocantinenses.
Ao entrar para o estado do Tocantins é difícil não se surpreender com o contraste em relação às estradas paraenses, o asfalto de qualidade, boa sinalização, acostamento e a duplicação das rodovias dão mais segurança aos motoristas que só correrão riscos em caso de imprudência deles mesmos.A preocupação com as estradas também é vista no perímetro urbano das cidades do Tocantins, onde pequenas vilas e comunidades possuem asfalto de boa qualidade.
Nestas horas se questiona a divisão dos estados do Carajás e Tapajós. São quilômetros de estradas intrafegáveis e talvez nem conhecidas pelos governos estaduais e federais e que parecem não estar nos planos de aceleração do crescimento o Sul e Sudeste do Pará.
A divisão destas regiões seria uma solução lógica para quem quer o progresso e desenvolvimento, mas egoísta para quer um Pará grande e mal administrado.
Fonte: Jornal Reporter Popular
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